Os perigos do uso de cosméticos falsificados para a saúde

Autores: Lívia Maria Linck Teixeira e Emeli M. de Araújo

A proliferação da comercialização de cosméticos falsificados representa uma ameaça à saúde pública em escala global e aumenta a cada ano. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que até 30% dos cosméticos em mercados emergentes podem ser falsificados, tornando-se um problema de saúde significativo. Embora esses produtos possam parecer atraentes devido ao seu preço mais baixo, de acordo com o documentário “Desserviço ao Consumidor”, disponível na Netflix, a utilização de produtos falsificados é de alto perigo, observando de fato que, em contato com a pele humana, pode haver a ocorrência riscos à saúde devido à falta de controle de qualidade, ingredientes desconhecidos e condições de fabricação precárias.

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Como armazenar cosméticos

Autores: Beatriz Gonçalves da Luz e Emeli M. de Araújo

Há algum tempo o uso da “geladeira para produtos de skincare” surgiu como uma nova tendência para acondicionar os itens e cosméticos que fossem utilizados para o cuidado do rosto, como cremes, géis, séruns e loções faciais.

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Ingredientes cosméticos: problemas & alternativas sustentáveis (conservantes)

Autores: Beatriz Gonçalves da Luz e Emeli M. de Araújo

Os produtos de higiene pessoal e cosméticos são produtos para uso tópico em pele, cabelos e mucosas. Por serem de uso externo é permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a presença de microrganismos. Portanto, são produtos não estéreis. A Resolução n° 630, de 10 de Março de 2022 da ANVISA estabelece o limite de fungos e bactérias que podem estar presentes nestes produtos, seja de grau 1 ou grau 2 (Regularização de Cosméticos).

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A química por trás do batom

Autores: Denise Silveira, Patrick de L. Barbosa, Emeli M. de Araújo e Samanta C. Mourão

Cosméticos para os lábios são classificados pela RDC 752/2022 (ANVISA) como: delineador, lápis, batom (com ou sem fotoproteção), brilho labial (com ou sem fotoproteção), protetor labial (com ou sem fotoprotetor). O hábito de colorir os lábios iniciou-se por volta de 5.000 a.C. e permanece até os dias atuais.

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